A Palavra Sagrada traz muitas referências à luz, à necessidade de buscá-la para viver. Na tradição Judaica, num tempo em que não existia energia elétrica e os preparativos para o casamento podiam durar dias, as virgens ficarem de guias para mostrar ao noivo o caminho da casa da Noiva era uma prática bela e comum.
Jesus disse:— Naquele dia o Reino do Céu será como dez moças que pegaram as suas lamparinas e saíram para se encontrar com o noivo. 4 As ajuizadas levaram vasilhas com óleo para as suas lamparinas.
Mateus 25:1
A Palavra Sagrada traz muitas referências à luz, à necessidade de buscá-la para viver.
Na tradição Judaica, num tempo em que não existia energia elétrica e os preparativos para o casamento podiam durar dias, as virgens ficarem de guias para mostrar ao noivo o caminho da casa da Noiva era uma prática bela e comum.
Precisamos dessa compreensão para entender o quê essas mulheres estavam fazendo, porque tinham de ficar ali e principalmente a importância de se manter a luz da lamparina acesa.
Quando o noivo chegasse à casa da noiva, a festa começaria e todo aquele tempo de vigília teria valido a pena, esse era o cuidado leal das amigas da noiva que eram suas Damas de Honra, zelavam pelo momento do encontro.
Muito mais que uma tradição, essa parábola é riquíssima de ensinamentos.
O primeiro deles é um questionamento a respeito de quem queremos ser nesta vida, que se assemelha ao reino dos Céus, conforme a fala de Jesus. Queremos ser aquelas pessoas com quem se pode contar, aquelas que vão se posicionar de maneira a fazer qualquer coisa que estiver a suas mãos dar certo, as virgens prudentes, ou queremos ser aquelas pessoas que não conseguem pensar além porque são mesquinhas e egoístas, pessoas em si mesma das que estão ali apenas por obrigação?
Diante de uma pergunta com esses argumentos, torna-se fácil responder com a primeira opção.
Mas para isso precisamos compreender nosso papel é o que ele engloba.
Enquanto seguidores de Cristo, compreendemos seu chamado para partilharmos sua luz. Todo aquele que espera pelo Noivo, a saber Jesus Cristo, é como a Noiva e precisa da ajuda de suas damas de honra para que o caminho se mantenha iluminado, e isso evita confusões.
Precisamos entender que o óleo necessário para acender os candeeiros do caminho é o Óleo de Unção de Deus Pai, esse é o único óleo capaz de acender a verdadeira chama de luz em nós, chama que não se pode esconder nem conter seu intenso brilho. Luz que dissipa as trevas em um mundo cego e perdido.
Mas o óleo se derramado no chão de nada adianta, se perde.
Para que a chama possa queimar é necessário uma lamparina, onde o pavio é sustentado em contato com o óleo, o que permite manter a chama acesa.
Nós somos as lamparinas, os instrumentos de Deus para que seu óleo possa produzir luz.
Nada provém nem de mim, nem de você, mas precisamos entender que nosso Senhor conta com a nossa entrega para que a sua luz chegue a todos os lugares.
Para isso precisamos estar cheios, repletos de seu óleo, de sua essência, de seu Espírito Santo morador do nosso coração para que possamos viver a utilidade de sermos lamparinas na vida de nossos filhos, familiares, amigos e qualquer pessoa com quem tenhamos contato.
A lamparina não ilumina para si mesma e nem por si só, não é uma ação interior, mas a chama é exterior ao objeto para que possa carregar luz por todo ambiente onde estiver e para essa função precisa do óleo.
Óleo esse que não se encontra na satisfação do dia a dia, numa conquista no trabalho, numa vitória na vida, mas se encontra na intimidade com Deus, é o óleo que queima, mas sem a lamparina carregá-lo por aí não produz luz, assim como se a lamparina estiver vazia também não.
O fogo do Espírito Santo queima com todo seu amor, é fogo consumidor e justamente por isso precisa ser constantemente alimentado com mais óleo, porque se nos distanciarmos de Deus, deixamos de nos abastecer e em determinado tempo aquele óleo acaba e a chama se apaga e então nos tornamos inúteis na vigília, na preparação do caminho do Noivo, no auxílio na noiva querida.
Quem queremos ser ? O objeto que não consegue se abastecer na fonte e por isso tornar-se inútil, ou o objeto repleto de óleo ungido do Senhor, que sabe como manter seu interior sempre provido, e assim vive o seu chamado e propósito na Graça de Deus?
O abastecimento se dá com meditação na palavra e oração, essas são as coordenadas para encontrarmos e nos mantermos perto da fonte de óleo para que a chama que carregamos se mantenha sempre acesa, é importante levar o tanto a mais que pudermos, sempre, porque as ciladas do sujo vão tentar fazer nosso óleo se derramar, a botija furar, o pavio acabar , vão produzir uma escuridão tão densa e ventos tão fortes que será difícil manter a chama acesa, mas o óleo do Senhor, se carregado em abundância permitirá que o brilho do fogo dissipe todas trevas e possamos cumprir aquilo para o qual fomos escolhidos: levar as boas novas do Senhor até que todo joelho se dobre em sua presença e toda língua confesse que nosso Senhor é nosso único, suficiente, eterno e exclusivo Senhor e Salvador.
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