Similar não é original: discernimento espiritual em Êxodo 7 e a soberania de Deus
Êxodo 7:22 Porém os magos do Egito também fizeram o mesmo com os seus encantamentos; de maneira que o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o Senhor tinha dito.
Título da Devocional: Similar não é original
Um CD pirata toca músicas como o original, mas não gera reconhecimento ao autor e a qualidade de reprodução não é a mesma.
Um óculos pirata escurece a claridade como um original, mas não protege a vista dos malefícios dos raios solares como verdadeiramente um original o faz.
Falsificação e Pirataria, anulam o valor do autor e com isso replicam à semelhança porém sem a mesma qualidade ou efetividade.
Os magos e sábios egípcios podiam replicar alguns dos sinais os quais o Senhor enviara ao Faraó, como foi o caso dos bordões que se tornaram serpentes e de transformar a água do Nilo em sangue, conforme Êxodo 7.
No entanto, eles não eram dominantes sobre a Criação, portanto eles não foram capazes de fazer o Nilo tornar a ficar potável.
Eles eram bons copiadores, mas não tinham o poder, a sabedoria e a expertise do autor que é nosso Senhor.
Ainda assim, a cópia infiel e ineficaz bastava aos olhos do Faraó para desacreditar do poder de Deus e endurecer seu coração.
Sim, o Senhor já sabia que isso aconteceria, caso contrário não teria avisado a Moisés e a Arão que Ele mesmo endureceria o coração do Faraó, mas esse confronto baseado no contraste era necessário para que se visse a soberania do Senhor onde cada um de seus sinais, embora reproduzidos à similaridade pelos sábios, eram superiores àquilo que os sábios eram capazes de reproduzir ou resolver.
Quantas vezes será que o Senhor está nos mostrando sua soberania e ainda assim estamos dando crédito às similaridades por aí?
Há quem coloque o valor e a honra de Deus naquilo onde consegue se apoiar para manter sua carne alicerçada na falácia do imundo que coloca entre nós e Deus uma série de “pessoas”, portanto há quem se torna dependente de seus profetas ou seus santos, ou seus guias ou das misteriosas forças da natureza ou do universo, atribuindo o que ocorre verdadeiramente ao engano produzido pelo cão que se dissipa na vaidade.
Nessa cegueira o coração se endurece para compreender que sempre foi Deus e por causa de Deus, ou seja de si próprio em nome do Seu amor por nós e não pelo agir daqueles que se pronunciam em seu nome.
Devemos atentar para a voz do Senhor que fala conosco, hoje claramente e sem intermediários, mas pelo Espírito Santo e assim reconhecer quem merece honra, para que sejamos capazes, sempre de compreender e obedecer a voz do bom Pastor.
A serpente produzida pelo bordão de Arão devorou todas as demais serpentes produzidas pelos sábios do Faraó, o Senhor estava mostrando sua soberania, não apenas seu milagre, e foi isso que o Faraó não conseguiu compreender porque seus olhos estavam voltados para a similaridade e não para a mão do Senhor.
Se estivermos voltados para a similaridade começamos a crer que o que importa é ser feliz e que todos os caminhos levam ao Pai e nisso deixamos de perceber a soberania do Senhor que nos diz que devemos ser santos, e nisso está a verdadeira felicidade e paz, e que apenas, e tão somente Jesus Cristo leva a Deus, afinal Ele é o Caminho, a verdade e a Vida.
Que tal hoje agradecermos por esse dia pedindo que o Espírito Santo nos capacite em discernimento para vermos e compreendermos sua soberania?
Esta devocional fala sobre o tema “similar não é original”.
Ela mostra como cópias e imitações, espirituais ou materiais, nunca têm o mesmo valor ou poder que o original.
É um texto para cristãos que desejam crescer em discernimento espiritual.
Ajuda quem está cercado de “vozes” religiosas, espirituais ou filosóficas e quer saber como não se enganar.
A ideia central é simples: similar não é original.
Alguma coisa pode parecer com o original, mas não tem a mesma essência.
O texto usa dois exemplos do dia a dia:
Esses exemplos mostram que a falsificação anula o valor do autor.
Ela copia a aparência, mas não entrega a mesma qualidade nem o mesmo efeito.
Em Êxodo 7, os magos do Egito imitaram alguns sinais que Deus fez por meio de Moisés e Arão.
Eles transformaram bordões em serpentes e a água do Nilo em sangue.
Eles eram bons copiadores.
Mas não tinham domínio sobre a Criação.
Mesmo assim, a cópia infiel e ineficaz foi suficiente para Faraó.
Ele se deixou enganar pelo que era apenas similar e endureceu o coração contra Deus.
Deus já sabia que o coração de Faraó se endureceria.
Ele avisou a Moisés e Arão que Ele mesmo endureceria o coração do rei.
Esse confronto tinha um propósito:
O problema de Faraó foi olhar apenas para a similaridade, não para a mão de Deus.
Ele ficou satisfeito com a cópia e ignorou o original.
A devocional pergunta:
Quantas vezes Deus mostra sua soberania e nós ainda damos crédito às similaridades?
Hoje, isso aparece de muitas formas.
Há quem coloque o valor e a honra que pertencem a Deus em coisas ou pessoas intermediárias:
Assim, a pessoa se apoia em “similaridades espirituais”.
Atribui ao universo, a guias ou a forças misteriosas aquilo que, na verdade, vem de Deus.
O texto lembra que isso é um engano produzido pelo inimigo.
É uma falácia que alimenta a carne e afasta o coração de Deus.
Na cegueira espiritual, o coração se endurece.
A pessoa deixa de perceber que sempre foi Deus quem agiu, por causa do Seu amor e da Sua própria vontade.
Não é por causa de quem “fala em nome de Deus”.
É por causa do próprio Deus.
Quando a atenção se volta para intermediários, santos, guias ou forças impessoais, o coração perde a sensibilidade.
Fica cego para a soberania de Deus e surdo para a voz do Senhor.
A devocional lembra que Deus nos fala hoje claramente.
Ele fala pelo Espírito Santo, sem necessidade de intermediários humanos que ocupem o lugar de Deus.
Por isso, somos chamados a:
A serpente do bordão de Arão devorou todas as serpentes dos sábios de Faraó.
Esse ato revelava a soberania de Deus, não apenas um milagre impressionante.
Quando focamos na similaridade, corremos dois riscos:
Assim, deixamos de ver a soberania do Senhor, que diz:
Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Ele é o único caminho ao Pai, não um entre muitos.
Qualquer outro “caminho” pode até parecer espiritual, mas é apenas similar.
E similar não é original.
A devocional termina com um convite simples e profundo:
Agradecer pelo dia e pedir ao Espírito Santo discernimento.
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