Devocional #057 – Qual é o seu time?
Oro para que a comunhão que procede da sua fé seja eficaz no pleno conhecimento de todo o bem que temos em Cristo. Filemom 1:6 Qual é o seu time? […]
Por essa razão, desde o dia em que o ouvimos, não deixamos de orar por vocês e de pedir que sejam cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus, com toda a sabedoria e entendimento espiritual.
Colossenses 1:9
Mutualismo é um tipo de associação entre seres vivos diferentes na qual ambos se beneficiam, podendo resultar em independência ou cooperação mútua. Em nossa humanidade e em diversas culturas, a ausência desse conceito é o combustível para a discrepância no modo de vida das pessoas. Isso fomenta o egoísmo e aprofunda a desigualdade social.
Somos todos seres únicos e singulares, com vivências e condições diferentes. Não é correto acreditar que a solução para a miséria ou a violência dependa apenas de políticas públicas ou de um poder que foge às nossas mãos. A transformação social começa quando paramos de nos isentar da nossa parcela de responsabilidade em um mundo doente.
Muitas vezes, olhamos para os problemas na terceira pessoa e transferimos para o outro o potencial de mudança. Nós, como indivíduos únicos, podemos escolher, no nosso dia a dia, agir de modo a aproximar pessoas em vez de afastá-las. Se optarmos pela empatia, reconheceremos no outro um ser que é produto do nosso Criador, assim como nós. Ao descermos do nosso patamar de superioridade imaginária, passamos a fazer parte da diferença.
O primeiro passo é abandonar a carga do mártir. Quando a meta que definimos é inatingível, nosso primeiro instinto é não fazer nada para conquistá-la. Ninguém sozinho, por esforço próprio, salvará ou reprogramará o mundo; isso é obra de Jesus Cristo. No entanto, até o seu retorno, precisamos ser as vozes que clamam no deserto, preparando o caminho para o nosso Senhor.
Todo passo dado na direção de Cristo aviva o nosso coração e o de quem está próximo. Se buscarmos ser mais presentes e atenciosos, agindo com generosidade verdadeira, seremos como as virgens prudentes que levaram o óleo extra. É desse Extra que precisamos, pois o comum já está cheio de pessoas que pensam que estão agindo, mas, na realidade, não estão mudando nada. Devemos nos preocupar em fazer o “a mais” pelo amor a Deus.
Enquanto praticamos essa generosidade, devemos manter uma conduta de humildade. Devemos evitar as garras do desejo por reconhecimento. Esse desejo é um poço de lama onde o inimigo aguarda aqueles que se intitulam servos de Cristo. A vaidade faz crescer a frustração, que culmina no desânimo e interrompe qualquer ação positiva. Devemos repreender o espírito de vaidade assim como Jesus nos ensinou, abrindo mão da glória própria pela salvação do próximo.
Precisamos buscar a felicidade no que é simples, tangível e partilhável através do olhar daqueles que nos cercam. Se não agirmos como Cristo, nossos filhos não terão em suas mentes a raiz profunda do que é o verdadeiro amor. Não podemos esperar uma colheita de uma vida melhor, leve e cheia de comunhão se não houver semeadura correta hoje.
Christiane Gallego dezembro 21, 2024
Oro para que a comunhão que procede da sua fé seja eficaz no pleno conhecimento de todo o bem que temos em Cristo. Filemom 1:6 Qual é o seu time? […]
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