#068 - Devocional: Vendo ou sendo visto?
Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo.
Colossenses 3:23
Quando a Cigarra, da fábula de Esopo “A Cigarra e a Formiga” percebe que o inverno chegou e ela não reservou seus grãos, uma angústia bateu ao seu coração e o pensamento “E agora?” Certamente passou pela sua cabeça.
Quando ela procura as formigas para lhes pedir auxílio ela ainda não tinha noção do quê tinha feito de errado, durante todo o verão ela muito aproveitou e em seu ponto de vista ela estava alegrando a todos ao seu redor cantando sem parar.
Já da perspectiva das formigas ela era insensata. As formigas não estavam aproveitando suas canções, estavam trabalhando, focadas no que tinham de fazer, por isso ficaram espantadas com a resposta da Cigarra a respeito de nada ter feito e nem ter percebido que o tempo passou.
Será que a nossa conduta representa a mesma coisa tanto na nossa perspectiva quanto na do outro?
Quando falamos de algo que tem de ser feito, principalmente do nosso trabalho, justificativas para o não cumprimento de prazos não têm o mesmo peso e significado nos ouvidos de quem ouve do quê na boca de quem fala.
Muitos são os motivos que podem levar um trabalho a não ser bem realizado, para Deus, que é quem efetivamente nos justificará diante dos homens, o que importa é saber se eu ou você fizemos tudo que tínhamos para ser feito com todo amor que havia em nosso coração, ou seja expressando a gratidão porque há esses serviço que foi direcionado para nós para fazer.
Por exemplo, a rotina de limpeza de uma casa, para a maioria das pessoas, não representa a atividade mais agradável de se fazer, no entanto as reclamações e procrastinação constante só fazem o serviço se acumular, não o fazem desaparecer, e aí que ou as pessoas dessa casa viverão na sujeira, em condições sanitárias precárias e insalubres, ou quando alguém achar que é inevitável que determinado ação seja feita, o fará às pressas, talvez sem o zelo que deveria, ou ainda, se os serviços poderiam ser divididos entre os moradores de maneira a ser leve para todos, um vai tomar a frente e ficar sobrecarregado.
É ingratidão não valorizar o nosso lar que nos abriga; ou os pratos sujos que refletem a fartura à mesa, ou o banheiro bagunçado que prova que temos condições dignas de moradia, entre outros exemplos.
Resmungar no trabalho, porque determinada tarefa é árdua de se fazer, ou porque ninguém ao redor parece valorizar o que se faz gera um ambiente cansativo, tóxico e esse tipo de atitude coloca mais peso em cada ação tornando tudo mais difícil.
Assim como fazer algo de qualquer jeito, só porque não se quer desagradar quem pediu é injusto com quem pede auxílio, é uma fonte de engano e certamente será percebido por quem pediu auxílio e isso o ferirá de algum modo podendo gerar brigar e desavenças. Honestidade deve andar de mãos dadas com o empenho.
A Palavra Sagrada nos orienta, conforme Colossenses 3:23-24, que devemos ter nossas atitudes pautadas no amor, porque nesse lugar há disposição e alegria, há honestidade e não há temor em errar. É importante sabermos que não tem como nos escondermos de Deus Pai e que tudo importa pra Ele porque tudo que fazemos a qualquer irmão -seja o familiar, seja o chefe, seja o cliente – estamos fazendo para Ele conforme Mateus 25:40.
A Ele! É aos ouvidos dEle que estamos reclamando porque não queremos fazer algo e então estamos ativamente demonstrando nossa ingratidão.
É a Ele que estamos enganando quando fazemos de qualquer jeito só pra dizer que está feito.
É a Ele que estamos fazendo esperar quando procrastinamos.
Você já pensou nisso?
É difícil quando estamos envoltos numa nuvem de mau humor e má vontade – ou seja todos comportamentos que são maus por natureza – refletirmos que a nossa conduta está assim sendo recebida por Jesus, mas é isso que precisamos ter em mente e não nos deixarmos enganar pelo sujo que nos trará mil justificativas para cada uma das nossas negligentes e ingratas atitudes.
A Cigarra não queria ser má, mas sua ignorância a conduziu a uma presença preguiçosa e imprudente. A falta de compreensão por parte das formigas também é algo que desagrada ao Senhor, mas isso não faz a conduta da Cigarra ser menos ruim. Precisamos compreender que sempre há consequências, e na grande maioria das vezes não são injustas, mas são portas que se fecham para abrir nossos olhos e nos ensinar a sermos melhores.
Que tal hoje agradecermos por esse dia clamando ao Senhor que perdoe nossa própria conduta errante e que ensine nossos filhos a manterem uma atitude de amor e gratidão em tudo que fizerem?
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