Devocional #071 – Lamparina
Jesus disse:— Naquele dia o Reino do Céu será como dez moças que pegaram as suas lamparinas e saíram para se encontrar com o noivo. 4 As ajuizadas levaram vasilhas […]
Jael saiu ao encontro de Sísera e o convidou: “Venha, entre na minha tenda, meu senhor. Não tenha medo! ” Ele entrou, e ela o cobriu com um pano.
Juízes 4:18
A insegurança é uma arma do sujo. Ela faz alguém hesitar diante do que deve ser feito. Trata-se, portanto, de um sentimento paralisante que engana a mente com um turbilhão de pensamentos temerosos.
Não há sensação mais frustrante que a da insegurança. Uma voz diz exatamente o que e como fazer. Outra, no entanto, impõe medo.
Insegurança e prudência são condições extremamente diferentes. A primeira, por exemplo, é covarde e enganosa. Ela age como uma arma para impedir o êxito em uma tarefa ou decisão.
A segunda, por outro lado, surge como um alerta. Dessa forma, ela permite identificar os detalhes do plano para que ele se cumpra com sucesso. A prudência, portanto, não tem a ver com medo.
A coragem não é imprudente. A ousadia, ainda assim, não se confunde com estultícia. Ambas estão ligadas à certeza do quê, como e quando fazer algo para alcançar um objetivo.
A Palavra Sagrada apresenta, na voz da Juíza e Profetisa Débora, a revelação de que o exército opressor de Israel seria derrotado. O triunfo, consequentemente, viria pelas mãos de uma mulher. Essa mulher era Jael.
Jael não era israelita. Mesmo assim, o Senhor a usou para cumprir seu propósito conforme havia revelado a Débora.
Não se menciona se Jael sabia da guerra entre cananeus e israelitas. Além disso, também não se diz se ela foi informada ou convocada. Ela simplesmente fez o que o Senhor colocou como certeza em seu coração.
Jael saiu ao encontro de Sísera e o convidou: “Venha, entre na minha tenda, meu senhor. Não tenha medo!” Ele entrou, e ela o cobriu com um pano.
Ela agiu, portanto, com sabedoria. Usou o que tinha à disposição sem relutar. Em seguida, matou o comandante inimigo Sísera e cumpriu o propósito de Deus.
A questão para nossa meditação é: agir! Quantas vezes o Senhor nos diz exatamente o que deve ser feito, mas o inimigo, no entanto, coloca dúvida no coração. Ele sugere que a tarefa é grande demais, que entendemos errado ou que as consequências serão terríveis.
A arma do cão é a insegurança. O medo age, dessa forma, como um cupim que corrói as fundações da fé.
Onde há medo não há amor, conforme 1 João 4:18-19. O inimigo, portanto, disputa espaço na mente e coloca descrédito na voz de Deus.
Só podemos nos blindar contra a falácia do sujo se estivermos em intimidade com Deus. Dessa maneira, precisamos nos manter posicionados nas promessas do Senhor. Elas elegem, orientam e garantem vitória.
Pode ser que o que seja pedido a você e a mim seja diferente. O peso, certamente, não será o mesmo. O resultado, porém, será o mesmo: cumprir o propósito de Deus.
Posicionamento da base para segurança. A intimidade coloca certeza no que se ouve e no que faz o coração queimar.
Que tal hoje agradecermos por este dia e pedirmos que a voz do Senhor seja alta e clara em nosso coração? Assim estaremos a postos para agir conforme Ele nos guiar.
Christiane Gallego janeiro 15, 2026
Jesus disse:— Naquele dia o Reino do Céu será como dez moças que pegaram as suas lamparinas e saíram para se encontrar com o noivo. 4 As ajuizadas levaram vasilhas […]
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