Devocional #128 – Para quê serve uma verga?
Transcrição da Devocional Êxodo e o sinal na verga da porta Tomai um molho de hissopo, molhai-o no sangue que estiver na bacia e marcai a verga da porta e […]
Moisés, porém, respondeu ao povo: Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do Senhor que, hoje, vos fará; porque os egípcios, que hoje vedes, nunca mais os tornareis a ver.
Êxodo 14:13
Título da Devocional: Estrutura da Confiança em Deus
Todos nós temos um pouquinho de Tomé e desejamos obter prova daquilo que vemos para decidir se vamos confiar ou não.
João nos orienta, em 1Joao 4:1 a examinar aquilo que ouvimos e contrastar com a Palavra de Deus para que reconheçamos se há verdade e por isso podemos crer ou se distância-se da ordem e portanto devemos rejeitar.
Com base nisso vemos que a ação de confiar não é algo que devemos levar com ingenuidade, afinal Provérbios 14:15 diz que é ingênuo quem acredita em tudo o que houve, mas o prudente examina seus próprios passos com cuidado.
Todas essa exortações são reflexivas, remetem a atitude de não confiarmos demais em nossa própria compreensão porque somos limitados e podemos estar enganados, ou seduzidos pelos nossos sentimentos que podem cegar nossa razão.
Em contrapartida, a Palavra do Senhor diz para confiarmos nEle de todo nosso entendimento, com toda a nossa fé e isso não é problema desde que percebamos que Ele exerce domínio sobre as situações, a dificuldade que geralmente temos está em enxergar que Ele está presente!
A nossa carne fala alto, infelizmente nós influencia fortemente e nos cega, desviando nossa atenção do sobrenatural e nos fazendo focar em circunstâncias com potencial para exigir de nós uma tomada de atitude; é nesse ponto que geralmente nos vemos no deserto e cercados pelos egípcios com a mesma atitude dos israelitas.
Diante das adversidades, entre “ficar ou correr” existe um hiato de razão que pode nos levar a duvidar, mas se silenciarmos poderemos ouvir a voz do Espírito Santo nos lembrando da mesma resposta que seu servo Moisés deu ao Povo de Israel na primeira expressão de dúvida deles no deserto, conforme Êxodo 14:13 ” não temais, aquietai-vos e vede o livramento que, hoje, o Senhor voa fará”.
Essa fala contém a estrutura da confiança, revela a ordem de acontecimento na ação de fé, ou seja, primeiro não devemos temer o mal que qualquer adversidade possa representar para nós porque devemos lembrar que estamos acompanhados daquele que tem todo o poder para transformar qualquer situação nos mostrando que nossa fragilidade se refere apenas diante dEle e não diante do que atenta contra nós, o próximo passo é aquietar nossa mente, nosso coração e principalmente nossa boca, para que não demos vazão aos ruídos do cão que facilmente nos distraem, e nem tão pouco possamos fornecer armas para que o inimigo, astuto, conheça nossas fragilidades e as explore em suas tentativas de nos paralisar; e por último podemos contemplar o agir maravilhoso de Deus ao nos resgatar das ciladas do sujo.
Em Êxodo 14:14 Moisés conclui sua instrução reforçando a parte mais vulnerável da orientação: ” e vós vos calareis” ou seja devemos reter em nossa memória todas as vezes em que testemunhamos o agir de Deus que nos livrou e abençoou para que não duvidemos jamais de Seu potencial, nem nos esqueçamos de que Ele, Deus Pai, não é homem que pode se arrepender e retroceder em uma decisão, nem tão pouco mente ou se contradiz, conforme Números 23:19 e Ele já perdoou nossos pecados sem que tivéssemos merecimento para isso, já disse que os coloca noar do esquecimento, portanto se não tivemos de ser merecedores antes, para obter o favor de Deus, porque é que nessa circunstância atual qualquer que se apresentar seria diferente? Porque achamos que de repente o Senhor pode se esquecer de nós, ou desistir de nós, ou nós desamparar? Por que?
Ele é Deus e sua essência é perene, já o sabemos, portanto não há mais o que duvidar, só nos resta confiar! É simples assim, racional dessa maneira! É assim que decidimos ouvir a estrutura da confiança para nela sermos fortalecidos e enfrentemos os leões com toda a nossa armadura de fé, de frente , olhando nos olhos porque sabemos que não é pela nossa estrutura que obteremos vitória, mas completamente pelo misericordioso favor do Pai.
Que tal hoje agradecermos juntos por esse dia?
Este estudo devocional sobre confiança em Deus mostra como a Bíblia orienta a nossa fé em meio às lutas, medos e pressões diárias.
Ele é direcionado a quem crê em Cristo, mas ainda assim percebe a fé balançar diante de circunstâncias difíceis.
Ao longo do texto, o objetivo é ajudar você a entender a “estrutura da confiança em Deus” e, assim, aprender a descansar no Senhor, mesmo quando tudo parece contrário.
Todos nós temos um pouco de Tomé.
Em muitos momentos, queremos ver, tocar e provar antes de decidir se vamos confiar ou não.
A Bíblia, porém, apresenta outro caminho.
Em 1 João 4:1, João nos orienta a examinar o que ouvimos e a comparar tudo com a Palavra de Deus.
Dessa forma, conseguimos discernir se há verdade ali ou se aquilo nos afasta da vontade do Senhor.
Confiar em Deus, portanto, não é o mesmo que ser ingênuo.
Provérbios 14:15 afirma que é ingênuo quem acredita em tudo o que ouve, enquanto o prudente examina seus caminhos com cuidado.
Em resumo:
Essas exortações nos lembram de algo importante:
não devemos depender demais da nossa própria compreensão.
Afinal, somos limitados.
Em diversos momentos, podemos estar enganados.
Além disso, somos facilmente seduzidos pelos sentimentos, que muitas vezes cegam a razão.
Em contrapartida, a Palavra de Deus nos manda confiar nEle de todo o coração e com toda a fé.
Isso não é um problema, porque Ele tem domínio sobre todas as situações.
A grande dificuldade costuma estar em uma coisa:
perceber que Ele está presente, mesmo quando não vemos saída.
A nossa carne fala alto.
Ela nos influencia, nos cega e desvia nossa atenção do sobrenatural.
Em vez de olhar para Deus, passamos a focar apenas nas circunstâncias.
Como consequência, essas circunstâncias parecem exigir decisões imediatas, cheias de medo e ansiedade.
Nessas horas, sentimos o mesmo que Israel no deserto:
Diante disso, a atitude do povo foi de desespero.
Muitas vezes, a nossa reação também é assim.
Em meio a esse estado de “ficar ou correr”, ainda existe um espaço para a razão iluminada pela fé.
Se escolhermos silenciar, poderemos ouvir a voz do Espírito Santo.
Nesses momentos, Ele nos lembra da resposta de Moisés ao povo em Êxodo 14:13:
“Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do Senhor que, hoje, vos fará”.
Essa fala revela a estrutura da confiança em Deus: uma ordem clara na ação da fé.
Podemos organizá-la assim:
Em primeiro lugar, não devemos temer o mal que a adversidade representa.
Lembramos que estamos acompanhados dAquele que tem todo o poder.
Nossa fragilidade existe apenas diante de Deus, não diante do que nos ameaça.
Em seguida, precisamos aquietar:
Quando falamos sem filtro, damos vazão aos “ruídos do cão” (as acusações e mentiras do inimigo).
Além disso, corremos o risco de entregar de bandeja nossas fraquezas, que o inimigo tenta explorar para nos paralisar.
Depois disso, somos chamados a contemplar o agir maravilhoso de Deus.
Ele nos resgata das ciladas, abre caminhos onde não havia, fortalece a fé e nos livra do mal.
Essa é a dinâmica da confiança em Deus:
não temer, aquietar-se e, então, ver o livramento do Senhor.
Em Êxodo 14:14, Moisés conclui:
“E vós vos calareis”.
Esse silêncio não é passividade.
Trata-se de um silêncio de confiança.
Ele nos chama a:
De acordo com Números 23:19, Deus Pai não é homem para mentir ou se arrepender.
Logo, Ele não volta atrás em Suas decisões, não se contradiz e não falha.
Ele já perdoou nossos pecados sem que tivéssemos qualquer mérito.
Também já declarou que lança nossos pecados no mar do esquecimento.
Se antes não precisamos merecer o favor de Deus,
por qual motivo agora achamos que será diferente?
Por que imaginar que o Senhor pode:
Essas perguntas revelam nossas inseguranças, não os limites de Deus.
Ele é Deus.
Sua essência é perene e não muda com o tempo, com o humor ou com as circunstâncias.
Se já sabemos disso, não há mais motivo para duvidar.
Diante dessa verdade, só nos resta confiar em Deus.
De certo modo, é simples assim, mesmo que pareça difícil:
Quando ouvimos e abraçamos essa estrutura da confiança em Deus, somos fortalecidos.
Passamos, então, a enfrentar os “leões” com a armadura da fé:
Diante de tudo isso, a resposta mais natural é a gratidão.
Confiar em Deus nos leva a agradecer, mesmo antes de ver o resultado final.
Que tal hoje agradecermos juntos por este dia?
Agradecer pela presença dEle, pelo cuidado dEle e pela oportunidade de aprender a confiar mais.
Marcado como: Êxodo.
Christiane Gallego maio 30, 2026
Transcrição da Devocional Êxodo e o sinal na verga da porta Tomai um molho de hissopo, molhai-o no sangue que estiver na bacia e marcai a verga da porta e […]
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