Devocional #126 – Uma xícara de soberba ou de mansidão?
Transcrição da Devocional Não há de ser assim; ide somente vós, os homens, e servi ao Senhor; pois isso é o que pedistes. E os expulsaram da presença de Faraó.Êxodo […]
Christiane Gallego maio 29, 2026 4
Disse o Senhor a Moisés: Ainda mais uma praga trarei sobre Faraó e sobre o Egito. Então, vos deixará ir daqui; quando vos deixar, é certo que vos expulsará totalmente.
Êxodo 11:1
Título da Devocional: O que precisa ser tirado de nossos olhos?
Por nove vezes o Senhor falou com o Faraó, cedeu ao seu pedido de cessar com as pragas e assim esperou, mesmo sabendo do coração endurecido, que a atitude do Faraó fosse diferente, mas não foi.
As tratativas foram crescentes, de modo quase que pedagógico o Senhor foi mostrando seu poder aos poucos é possível ver amor de um Pai que quer que seus filhos fiquem bem.
Seria racional pedir a uma mãe que enterrou os filhos após uma overdose de drogas que assinasse a liberação desses entorpecentes? Não, não seria racional esperarmos isso de ninguém, quanto mais dessa mãe.
Seria racional pedir àquele que foi vítima de um assalto, onde perdeu sua fonte de sustento, como uma moto para um entregador, ou um carro para um taxista que ele em seu perdão não exigisse justiça e prisão para o bandido que agiu contra a lei? Não, não seria.
Um pai quando vê seu filho errar propositalmente, racionalmente, diante de algo que já se tem conhecimento de que infringe acordos morais e éticos, certamente irá repreender esse filho de modo a evitar que ele proceda assim novamente, e se não obtiver logro com seu filho, certamente sentirá ira e provavelmente frustração, mas não aceitará as atitudes do filho.
Deus Pai, Senhor Todo Poderoso, vê sua criatura se envaidecer de modo tal que comete injustiças e é impiedoso com seus demais filhos; vê este homem voltar-se contra o Pai e dizer que é maior que o Criador, que seu poder é incontestável e que está impune visto que consegue enganar os deuses aos quais presta reverência, por isso não precisa agir com honestidade frente ao único e verdadeiro Deus, que afinal de contas ele mesmo nem reconhece como seu.
E diante de tudo isso, o Senhor tentou por 9 vezes chamar sua atenção.
Às vezes uma mãe ou um pai diz: “- se eu for aí de novo, você vai apanhar!” creio, com respeito à majestade de nosso Pai, que foi de modo semelhante que o levou a lançar a décima praga sobre o Egito, afinal o quê de mais valioso poderia ser retirado, visto que tantos outros prodígios já haviam sido feitos?
O primogênito, o primeiro fruto produzido pelo nosso ventre é o primeiro sinal claro do agir de Deus em nossa vida, afinal um corpo, em sua perfeição e saúde, foi abençoado por Deus e gerou outra vida e nesse momento células, mentes e corações são transformados num ritmo ditado completamente por Deus e que é integralmente dependente do Criador.
Portanto, atingir essa esfera foi uma ação final e depois dessa não haveria mais nada que se comparasse em abominação e dor, afinal o nosso Senhor disse, em Êxodo 11:6 que jamais essa dor e clamor seria visto no Egito novamente.
Nosso Pai não se alegra ou sente prazer com a dor de seus filhos.
Este Senhor que estava se apresentando ao Faraó através de Moisés e de Arão estava mostrando que dentro da Supremacia de Seu Poder havia equilíbrio e igualdade entre o potencial para destruir e a capacidade para salvar, visto que diante da desolação nos lares e pasto egípcios, havia paz e segurança nos lares e pastos israelitas, conforme Êxodo 11:7.
Jesus diz em Lucas 9:22-24 que era necessário que Ele fosse rejeitado, porque isso cumpria o propósito de mostrar a todos que Ele era Deus, e que assim quem desejasse seguí-lo precisava negar sua carne, seus tesouros e morrer para esta existência e compreensão limitada para nascer com Ele e sua essência numa experiência de vida completamente aprimorada e atenta aos valores que realmente devem ser carregados e distribuídos a fim de mostrar o caminho de salvação.
Sua fala sugere a experiência proposta pelo Pai ao Faraó e aos egípcios, experiência de oportunidade de libertação das garras do engano com a crença no panteão egípcio que nem ao menos foi capaz de defender seu povo.
E tudo isso serve para nos fazer meditar a respeito de quê temos dado valor, de quem temos ouvido e se é necessário que Deus tire algo de nós para que possamos finalmente ceder a ouvir sua voz.
Diante da organização do nosso tempo; diante daquilo que amamos; diante de tudo o que cremos, que possamos olhar e ver Deus a frente de todas essas coisas, porque quem ama se relaciona, quem ama deseja e se esforça para manter a intimidade, quem ama cede aos impulsos para agradar o outro ou viver em paz com o outro.
Então será que ceder para as ordens de Deus tem sido uma prioridade em nossas vidas? Porque só temos que ceder quando há contraste entre a voz do Senhor e o que queremos, certo? Se não houver contraste, mas houver concordância então cumprimos alegremente o que foi por Deus ensinado!
Que tal nessa manhã refletirmos em gratidão pelo dia que se inicia, se há contrastes entre nossa vida e Deus e o quando vamos nos encorajar a ceder?
Esta devocional apresenta a verga da porta, em Êxodo 12, e cria um paralelo direto com a nossa vida espiritual.
Ela mostra como Jesus e a Ceia do Senhor marcam nossa mente e nosso coração e, com isso, protegem as “aberturas” da alma contra rachaduras internas.
Por esse motivo, o texto se dirige a cristãos que desejam entender melhor a obra de Cristo e, ao mesmo tempo, viver uma fé mais firme e consistente.
Além disso, ele fortalece quem se sente cansado, sobrecarregado e quer aprender a entregar o peso das decisões ao Senhor.
Em Êxodo 12, a Bíblia relata o sangue colocado na verga da porta e nas ombreiras das casas dos hebreus.
Esse sinal marcava o povo de Deus e impedia o destruidor de entrar para ferir aquela família.
Na construção civil, a verga é uma peça estrutural colocada acima de portas e janelas.
Ela evita rachaduras na parede, justamente onde existem aberturas.
Da mesma forma, a nossa vida também tem pontos de fragilidade, como:
Quando essas áreas ficam sem proteção, nossa estrutura espiritual começa a rachar.
Por isso, compreender o símbolo da verga da porta nos ajuda a perceber onde a alma se encontra mais vulnerável.
Em Mateus 7:24-27, Jesus ensina sobre a importância do alicerce.
Ele mostra que construir sobre a rocha significa ouvir a Palavra e, sobretudo, praticá-la.
No entanto, mesmo com alicerces corretos, a construção sofre nas aberturas.
Da mesma maneira, um cristão pode ter boa doutrina e, ainda assim, manter áreas vulneráveis na alma.
Essas “aberturas” são lugares onde:
Portanto, não basta cuidar apenas do fundamento; precisamos vigiar também as aberturas do coração.
O texto destaca dois pontos importantes:
Por essa razão, muitas pessoas vivem esgotadas: elas não dividem as cargas com o Senhor.
Entretanto, Jesus afirma que seu jugo é suave e seu fardo é leve (Mateus 11:28-30).
Mesmo com essa promessa, muitas vezes encontramos dificuldade para:
Quando insistimos em carregar tudo sozinhos, as rachaduras da alma aparecem com mais força.
Consequentemente, nossa fé se desgasta e nossa visão espiritual fica turva.
Quando reconhecemos Jesus como Senhor e Salvador e passamos pelo batismo, iniciamos uma nova vida.
Além disso, na Ceia do Senhor, lembramos e honramos o sacrifício de Cristo na cruz.
A devocional explica que, na Ceia:
Nesse ponto, surge a imagem central da verga espiritual.
Participar da Ceia se torna semelhante a passar o sangue na verga da porta da nossa alma.
Em outras palavras:
Assim, formamos uma verga espiritual: firme, marcada e protegida pelo sangue de Jesus.
Esse ato não é apenas simbólico; ele expressa uma decisão consciente de viver debaixo dessa proteção.
O texto lembra que os valores do mundo:
Porém, esses valores não precisam atingir os filhos de Deus.
Isso ocorre porque, em nossa razão, escolhemos nos marcar com o sangue do Cordeiro.
Essa marca:
Dessa forma, assim como a verga da porta protegia a casa, a verga espiritual guarda nossa mente e nosso coração dos ataques e padrões deste século.
Ela nos ajuda a permanecer firmes, mesmo cercados por um sistema que pressiona em direção ao pecado.
A verga da porta não aparece apenas como um detalhe técnico da construção.
Na verdade, ela se transforma em um símbolo espiritual de como Deus protege nossas áreas mais vulneráveis quando marcamos tudo com o sangue de Jesus.
Sempre que participamos da Ceia com fé, renovamos essa marca.
Além disso, dia após dia, escolhemos viver como casa protegida, e não como estrutura prestes a rachar.
Como resultado, nossa caminhada cristã ganha mais segurança, mesmo em meio às lutas, tentações e pressões diárias.
A devocional reforça que essa escolha acontece de forma diária.
Todas as manhãs, quando acordamos, tomamos decisões como:
Quando deixamos de marcar nossa verga espiritual com o sangue de Cristo, corremos riscos sérios:
Por isso, a proteção espiritual nasce dessa decisão consciente de nos deixarmos marcar pelo Cordeiro.
Essa escolha muda o modo como pensamos, sentimos e reagimos às circunstâncias.
A devocional termina com uma declaração de fé muito clara:
Como consequência, nenhuma rachadura encontra espaço nessa estrutura.
Se você percebe rachaduras na sua, o convite chega de maneira simples e amorosa:
Assim, Deus não apenas aponta falhas; Ele entra na história, remove os entulhos e reconstrói cada parte com graça e paciência.
O texto encerra com um chamado prático e direto:
Quando você age assim, reafirma que sua vida permanece sob o sangue do Cordeiro.
Desse modo, sua casa interior se torna uma casa protegida, sustentada por uma verga firme, que o Pai construiu e continua guardando.
Marcado como: Êxodo.
Christiane Gallego maio 28, 2026
Transcrição da Devocional Não há de ser assim; ide somente vós, os homens, e servi ao Senhor; pois isso é o que pedistes. E os expulsaram da presença de Faraó.Êxodo […]
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